sábado, 29 de setembro de 2012
ANIVERSARIANTES DO DIA
BRENO DE PARRUDO
BRUNO DE PARRUDO
CABOCO MILIANO
MARIA GOGÓ
MOISÉS EMANUEL
JARLES DE DECA
BRUNO DE PARRUDO
CABOCO MILIANO
MARIA GOGÓ
MOISÉS EMANUEL
JARLES DE DECA
Cem milhões podem morrer até 2030 pela mudança climática, diz estudo
Inação de governos causaria ainda desaceleração da economia do planeta.
Maioria das mortes ocorreria em países ricos, de acordo com relatório.
Da Reuters
Mais de 100 milhões de pessoas podem morrer e o crescimento econômico global será reduzido em 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2030 se o mundo fracassar no combate às mudanças climáticas, alertou um relatório encomendado por 20 governos divulgado nesta quarta-feira (26).
À medida que as temperaturas médias globais sobem devido às emissões de gases de efeito estufa, as consequências sobre o planeta, tais como derretimento de calotas de gelo, condições meteorológicas extremas, secas e elevação dos mares, vão ameaçar populações e meios de subsistência, disse o relatório conduzido pela organização humanitária Dara.
O órgão calculou que 5 milhões de mortes ocorrem a cada ano devido à poluição do ar, fome e doenças como resultado das mudanças climáticas e das economias com uso intenso de carbono, e esse número provavelmente vai subir para 6 milhões por ano até 2030 se os atuais padrões de uso de combustíveis fósseis continuar.
Derretimento
das calotas de gelo e elevação dos mares são algumas das ameaças que
poderão causar mortes em todo o planeta até 2030 (Foto: Ralph
Timmermann/Alfred Wegener Institute)Mais de 90% dessas mortes ocorrerão nos países em desenvolvimento, apontou o relatório, que calculou o impacto humano e econômico da mudança climática em 184 países em 2010 e 2030.
O documento foi encomendado pelo Fórum Clima Vulnerável, uma parceria de 20 países em desenvolvimento ameaçados pela mudança climática. "Uma crise combinada carbono-climática deve custar 100 milhões de vidas entre agora e o final da próxima década", disse o relatório.
O documento afirmou ainda que os efeitos da mudança climática tinham reduzido a produção global em 1,6% do PIB mundial, ou US$ 1,2 trilhão por ano. As perdas poderiam dobrar para 3,2% do PIB mundial até 2030 se for permitido que as temperaturas globais subam, ultrapassando 10% antes de 2100.
O custo de mudar o mundo para uma economia de baixo uso de carbono é estimado em cerca de 0,5% do PIB nesta década.
Cerca de 5 milhões de mortes ocorrem a cada ano devido à poluição do ar, fome e doenças resultantes da mudança do clima
Em resposta ao relatório, a Oxfam Internacional disse que os custos de uma falta de ação política sobre o clima são "surpreendentes". "As perdas para a agricultura e a pesca sozinhas podem chegar a mais de US$ 500 bilhões por ano até 2030, fortemente concentradas nos países mais pobres, onde milhões dependem desses setores para ganhar a vida", disse o diretor-executivo Jeremy Hobbs.
As temperaturas já subiram cerca de 0,8º C acima dos níveis pré-industriais. Quase 200 nações concordaram em 2010 em limitar o aumento da temperatura média global a menos de 2º C para evitar os impactos perigosos das mudanças climáticas.
Mas cientistas do clima alertam que a chance de limitar o aumento para menos de 2 graus está ficando menor à medida que as emissões globais de gases de efeito estufa aumentam devido à queima de combustíveis fósseis.
As nações mais pobres são as mais vulneráveis, pois enfrentam maior risco de seca, escassez de água, quebra de safra, pobreza e doenças. Em média, elas podem ver uma perda de 11 por cento do PIB até 2030 devido às alterações climáticas, afirmou a Dara.
"Um grau Celsius de aumento da temperatura está associado com perda de 10% da produtividade na agricultura. Para nós, isso significa perder cerca de 4 milhões de toneladas de grãos de alimentos, representando em torno de US$ 2,5 bilhões. Isso é cerca de 2% do nosso PIB", disse o primeiro-ministro de Bangladesh, xeique Hasina, em resposta ao relatório
Rinocerontes são mortos e têm chifres retirados na África do Sul
Quatro animais foram encontrados em reserva particular de Eastern Cape.
Local tem segurança reforçada; 400 espécimes já morreram desde janeiro.
Do Globo Natureza, em São Paulo
Os corpos foram encontrados em uma reserva particular de Eastern Cape, província do país, e a polícia ambiental acredita que os chifres foram removidos com a ajuda de procedimento cirúrgico.
As mortes foram registradas em reservadas privadas, o que é alarmante, de acordo com a publicação, já que a segurança nesses locais é reforçada. Desde o início do ano, 400 rinocerontes foram caçados no país.
Os criminosos cobiçam os chifres dos animais, usados como remédio para diversos tipos de doença na China e no Sudeste Asiático. A peça é vendida por peso e tem preço comparável ao do ouro. O número oficial de 2012 indica uma tendência de alta na matança de rinocerontes, já que em 2010 foram registradas 333 mortes, e em 2011, 448.
O número de prisões relacionadas a esse tipo de exploração também tem aumentado. Em 2012, até julho, 176 pessoas foram detidas, contra 232 em todo o ano passado, e 165 em 2010. A região com maior número de mortes de animais é o famoso Parque Kruger, no norte do país, onde aconteceram 164 dos 281 casos de mortes ilegais.
Quatro
rinocerontes foram encontrados mortos nesta sexta-feira (28) em uma
reserva da África do Sul. (Foto: Reprodução/Daily Mail)Grupo arrecada dinheiro e decifra DNA de papagaio ameaçado
Animal é o último papagaio nativo da fauna dos Estados Unidos.
Campanha reuniu cientistas, estudantes e população de Porto Rico.
Do Globo Natureza, em São Paulo
Papagaios de Porto Rico; espécie ameaçada teve o DNA sequenciado (Foto: Divulgação/Jose Almodovar/Universidade de Porto Rico)
Arista francesa Audrey Guiblet doou quadros paraajudar (Foto: Divulgação/Universidade de Porto Rico)
O papagaio já foi abundante em Porto Rico, território dos EUA, mas a destruição de florestas ao longo do século 19 para a agricultura causou redução drástica na população destes animais, apontam os cientistas.
Programas de reprodução em cativeiro recentes tiveram algum sucesso, mas o número dos papagaios na natureza continua muito baixo.
Uma artista francesa, Audrey Guiblet, chegou a doar quadros do animal ameaçado de extinção para serem vendidos e ajudar na arrecadação dos US$ 20 mil necessários para pagar o sequenciamento do genoma.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
ANIVERSARIANTES
TAINÁ LOPES
SOLANGE
VINÍCIUS
MACLEANE
FRANCIARA ( ANINHA)
LUCIVÂNIA
ADRIANA
NEIDINHA DE GILMAR
SOLANGE
VINÍCIUS
MACLEANE
FRANCIARA ( ANINHA)
LUCIVÂNIA
ADRIANA
NEIDINHA DE GILMAR
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