ANGRIDIUANE
FÁTIMA
JOJÓ
MARIA NECO
NETO DE GILVANETE
JOÃO MARCOS
WALBIANA
JUNINHO DE ROSILENE
MURIELE
MATEUS LUCAS
GLORINHA
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
16 / 11 / 2011Biólogos aceitam ‘descarte’ de espécies
Uma pesquisa feita com quase 600 biólogos especialistas em biodiversidade no mundo todo revelou que a maioria deles já considera que algo antes impensável pode ser necessário: “desligar os aparelhos” de certas espécies ameaçadas.
Assim como médicos militares precisam fazer escolhas difíceis sobre quais feridos tratar primeiro, 60% dos biólogos ouvidos no levantamento acham que, como não vai ser possível salvar todas as espécies em risco de extinção, é melhor começar a pensar em critérios de triagem.
O resultado foi obtido por Murray Rudd, da Universidade de York, e está em artigo na revista científica “Conservation Biology”.
Rudd ouviu cientistas que costumam publicar artigos em revistas especializadas na área de biologia da conservação, com estudos publicados de 2005 a 2010 (o que significa que estão na ativa).
Os mais vulneráveis – Ainda não há consenso sobre como decidir que espécies priorizar, embora boa parte dos biólogos ouvidos (41,7%) concorde com a ideia de que as espécies e os ecossistemas mais vulneráveis deveriam receber os maiores níveis de investimento.
De qualquer maneira, a maioria dos especialistas da área também concorda com a seguinte afirmação: “Inevitavelmente, é preciso fazer escolhas duras sobre desistir de algumas espécies”.
Os biólogos justificam a decisão dizendo que, se critérios objetivos sobre que espécies salvar não forem estabelecidos logo, as extinções vão acabar acontecendo de qualquer jeito, e o risco de consequências funestas para a biodiversidade será maior ainda.
Por outro lado, ainda há relutância em relação à ideia de levar em conta o valor econômico das espécies como justificativa para sua preservação.
Além do nível de ameaça, a razão preferida para privilegiar o salvamento de determinada espécie é a importância dela para as relações ecológicas numa região (se ela é um predador que controla a população de vários outros bichos ou uma planta muito comida, digamos).
Rudd diz ter bolado a pesquisa como uma maneira de avaliar qual era o consenso entre os especialistas a respeito da gravidade da crise de biodiversidade atual.
A resposta foi acachapante: quase 100% dos entrevistados acha que uma perda séria de biodiversidade planetária é “provável”, “muito provável” ou “virtualmente certa”. É um consenso científico ainda mais forte do que existe em torno da realidade do aquecimento global.
A atual crise de desaparecimento de espécies já tem até nome: a Sexta Extinção. O título é uma referência às outras cinco grandes extinções em massa que ocorreram na história da Terra, como a que dizimou os dinossauros há 65 milhões de anos.
Também é forte a percepção entre os especialistas de que as estratégias atuais para salvar a biodiversidade não estão funcionando bem.
Mais de 80% concordam com a afirmação de que é preciso “estar disposto a repensar os objetivos e os padrões de sucesso da conservação”. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com)
Assim como médicos militares precisam fazer escolhas difíceis sobre quais feridos tratar primeiro, 60% dos biólogos ouvidos no levantamento acham que, como não vai ser possível salvar todas as espécies em risco de extinção, é melhor começar a pensar em critérios de triagem.
O resultado foi obtido por Murray Rudd, da Universidade de York, e está em artigo na revista científica “Conservation Biology”.
Rudd ouviu cientistas que costumam publicar artigos em revistas especializadas na área de biologia da conservação, com estudos publicados de 2005 a 2010 (o que significa que estão na ativa).
Os mais vulneráveis – Ainda não há consenso sobre como decidir que espécies priorizar, embora boa parte dos biólogos ouvidos (41,7%) concorde com a ideia de que as espécies e os ecossistemas mais vulneráveis deveriam receber os maiores níveis de investimento.
De qualquer maneira, a maioria dos especialistas da área também concorda com a seguinte afirmação: “Inevitavelmente, é preciso fazer escolhas duras sobre desistir de algumas espécies”.
Os biólogos justificam a decisão dizendo que, se critérios objetivos sobre que espécies salvar não forem estabelecidos logo, as extinções vão acabar acontecendo de qualquer jeito, e o risco de consequências funestas para a biodiversidade será maior ainda.
Por outro lado, ainda há relutância em relação à ideia de levar em conta o valor econômico das espécies como justificativa para sua preservação.
Além do nível de ameaça, a razão preferida para privilegiar o salvamento de determinada espécie é a importância dela para as relações ecológicas numa região (se ela é um predador que controla a população de vários outros bichos ou uma planta muito comida, digamos).
Rudd diz ter bolado a pesquisa como uma maneira de avaliar qual era o consenso entre os especialistas a respeito da gravidade da crise de biodiversidade atual.
A resposta foi acachapante: quase 100% dos entrevistados acha que uma perda séria de biodiversidade planetária é “provável”, “muito provável” ou “virtualmente certa”. É um consenso científico ainda mais forte do que existe em torno da realidade do aquecimento global.
A atual crise de desaparecimento de espécies já tem até nome: a Sexta Extinção. O título é uma referência às outras cinco grandes extinções em massa que ocorreram na história da Terra, como a que dizimou os dinossauros há 65 milhões de anos.
Também é forte a percepção entre os especialistas de que as estratégias atuais para salvar a biodiversidade não estão funcionando bem.
Mais de 80% concordam com a afirmação de que é preciso “estar disposto a repensar os objetivos e os padrões de sucesso da conservação”. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com)
ANIVERSARIANTES DO DIA
NEIDE DO HOSPITAL
JANE MAIA
SONÁLIA
LEONARA
CARLINHOS
GALEGUINHO
CHICO DE LIA
MANUEL
FRANCISCO DO POÇO DA ONÇA
MANUEL ROMÃO
KAKÁ
MARIA VITÓRIA
CHICO NOVO
ROSA
TOINHO DE JOÃO DO MESTRE
FABRÍCIA
FRANCIMÁRIA
ELIENE
FLAVINHA
NANDO
JANE MAIA
SONÁLIA
LEONARA
CARLINHOS
GALEGUINHO
CHICO DE LIA
MANUEL
FRANCISCO DO POÇO DA ONÇA
MANUEL ROMÃO
KAKÁ
MARIA VITÓRIA
CHICO NOVO
ROSA
TOINHO DE JOÃO DO MESTRE
FABRÍCIA
FRANCIMÁRIA
ELIENE
FLAVINHA
NANDO
Achei que eram mansos’, diz homem atacado por macacos em SP
Mecânico admitiu que estava embriagado ao invadir reservado dos animais.
Macacos viraram celebridades ao defender ‘ilha particular’.
Do G1, com informações do Jornal da Globo

Um mecânico embriagado que invadiu um reservado para macacos num zoológico no interior de São Paulo aprendeu a dentadas aquilo que os macacos sabem muito bem: é cada um no seu galho. “Pensei que eram mansinhos”, afirmou João Leite dos Santos, de 64 anos, que sentiu na pele a ira dos bichos.
Os macacos mais comentados do país nos últimos dias vivem em Araçoiaba da Serra, a 117 km da capital. Viraram celebridades. “Na TV parecia maior o macaco”, diz uma mulher. “Eles são pequenininhos. Todo mundo achou que eles eram grandes por ter batido no cara”, diz uma jovem”.O olho roxo no macaquinho foi a sequela da briga do último domingo (13), após o homem embriagado pular no lago e nadar até a ilha onde ficam os animais.
As imagens rodaram o Brasil e foram destaque em alguns sites internacionais. No G1, a reportagem da confusão foi a mais acessada, com mais de 609 mil cliques em apenas um dia.saiba mais
Os macacos sempre foram queridos no zoológico. Mas agora todo mundo quer saber quem são esses bichinhos que defenderam com tanto afinco sua ilha.Os animais só competem em popularidade com uma pessoa: justamente o homem que tentou invadir o local onde eles moram.
João Leite dos Santos, ou João Tripóia, como é conhecido, confessou que tinha bebido umas a mais quando pulou na água. Mas ele garante que só queria brincar com os macacos. “Pensei que eram mansos. Quando atravessei, ele veio na beirada”, disse.
A travessura do mecânico rendeu machucados no braço, em um dedo, na cabeça.
MORADORES DO BOM PASTOR PRODUZEM VASSOURAS ECOLÓGICAS.

Criada há oito anos, com o objetivo de realizar ações sociais no bairro do Bom Pastor, na zona oeste de Natal, a Associação de Moradores e Amigos do Bom Pastor tem trabalhado para, entre outras atividades, auxiliar a comunidade no desenvolvimento de habilidades que possam ser revertidas em ganhos econômicos e pessoais.
Seguindo esta linha de raciocínio, e preocupado com a incorreta destinação do lixo, que vinha sendo depositado em um terreno baldio por trás do cemitério do bairro, o presidente da associação e morador do Bom Pastor há 44 anos, João Sebastiano, resolveu recolher a grande quantidade de garrafas pet jogadas no local e transformá-las em vassouras, objetivando a comercialização e o ganho financeiro dos próprios moradores do bairro.
Inicialmente o próprio João, através da Associação, enviou um morador até uma fábrica de vassouras feitas a partir de garrafas pet, na zona norte da cidade, para receber formação e, posteriormente, trazer para a comunidade este conhecimento.
O passo seguinte foi iniciar a confecção das máquinas que realizam grande parte do processo de fabricação das vassouras. Interessante, nesta etapa do processo, é saber que os próprios membros da Associação são os responsáveis por desenvolver e construir as máquinas utilizadas.
Atualmente os moradores do próprio bairro e adjacências são os responsáveis pela compra das vassouras. Para que possa ser comercializada em larga escala, para grandes empresas que exigem nota fiscal, a Associação precisa ser registrada, o que aconteceu em 2010, e ter CNPJ, processo ainda em andamento.
Segundo João, “falta incentivo do governo para facilitar a vida do pequeno produtor, isentando de impostos e fornecendo linhas de crédito específicas às necessidades de cada um”. Para o presidente da Associação de Moradores e Amigos do Bom Pastor, esta falta de incentivo já foi responsável pela desistência de alguns moradores do bairro, que tinham interesse de produzir utensílios, a exemplo da vassoura ecológica.
Apesar do lucro ainda pequeno (cada vassoura produzida é vendida a R$ 3,50) João acredita que “a comunidade tem muito a ganhar com a ampliação deste trabalho, que também tem uma preocupação ambiental, já que lida com reaproveitamento de lixo”.
Participante da Sexta Ecológica desde a primeira edição da feira, em 2009, a Associação do Bom Pastor contribui, ao trazer uma amostra de como se realiza o processo de fabricação da vassoura, para apresentar à comunidade, uma utilização prática que pode ser dada ao lixo de produzimos todos os dias.
Fonte: Mateus de Paula / Jô Carvalho (Equipe DMA Comunica)
ANIVERSARIANTES DO DIA 15 DE 11
TATÚ ( 92 )
GIVANILDO
JAILTON
BILINHO
BRUNO
JOBIN
CALUNGA
GEILDA
MACIEL
FRANCEILMA
RAMANA
MARCONDES
JÚNIOR
MARIA DE CHICO NOVO
NITA DE MACACO
GIVANILDO
JAILTON
BILINHO
BRUNO
JOBIN
CALUNGA
GEILDA
MACIEL
FRANCEILMA
RAMANA
MARCONDES
JÚNIOR
MARIA DE CHICO NOVO
NITA DE MACACO
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
ANIVERSARIANTES DO DIA
ANCÉLIO
EDILEUZA
ALEX
ORETE DE SULA
PIURE
DONA EDUARDA ( 87 )
DRA ESMERALDA
NÊGA
SANTISSO
LENINHA DE TUCA
SANDRO BLACK
DONA MARTA DE CORINA ( ONTEM )
EDILEUZA
ALEX
ORETE DE SULA
PIURE
DONA EDUARDA ( 87 )
DRA ESMERALDA
NÊGA
SANTISSO
LENINHA DE TUCA
SANDRO BLACK
DONA MARTA DE CORINA ( ONTEM )
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